quinta-feira, 12 de junho de 2008

O ADMIRÁVEL NOVO MUNDO CORPORATIVO

Por que tanta preocupação com as tendências que apontam para o futuro? O World Future Society concluiu que, ao contrário das previsões catastróficas do Clube de Roma, a vida estará cada vez melhor no planeta: os benefícios do progresso não serão distribuídos igualmente por todos os países, mas todos serão beneficiados, em menor ou maior grau. Segundo o WFS, algumas dessas ‘revoluções’ que mudarão o século XXI serão:
- O take off da Ásia;
- A biotecnologia e nanotecnologia;
- O ‘ressurgimento’ do Japão, a reestruturação da Europa e a inserção da Rússia na globalização;
- Fim da combustão interna e a disseminação de outras formas de energia;
- Instituição de uma sólida economia mundial (uma sucessora do Capitalismo? Um Microsoftianismo?);
- A Internet, embrião de uma Civilização Planetária (parafraseando Great Bill, ela a será uma praça central da futura aldeia global).
- A ascensão de uma classe média internacional, minha modesta contribuição para o debate, sobre qual teceremos comentários amanhã.
- O futurólogo também identifica alguns fatores de risco:
- Uma nova guerra fria com a China e o crescimento da cleptocracia russa, que pode se alastrar para outros países emergentes;
- Colapso da globalização ou da integração européia (que já mostra sinais de fadiga institucional. Vide o caso da imigração de muçulmanos);
- Alastramento do terrorismo em escala mundial e o surgimento de novas pragas, doenças ou uma pandemia mundial;
A partir deste ponto de vista, podemos estabelecer duas estratégias para as próximas décadas:
1) Nações inteiras se erguerão ou serão marginalizadas, dependendo de como irão dominar e usar tecnologias-chave;
2) As organizações que se beneficiarão desta sobrelevação serão aquelas que tiverem integradas todos seus elementos-chave com tecnologia de ponta.
Neste último contexto, os vencedores do século XXI serão aqueles que conseguirem tirar proveito dos seguintes aspectos: Continuidade de liderança, Ideologia corporativa, Objetivos audaciosos, Devoção à causa da organização, Evolução intencional e Automelhoria. Tais aspectos indicam excelência em administração e em liderança organizacional, elementos fundamentais para o moderno administrador, que tem que estar sempre um passo à frente da concorrência.
Você já adotou o webstyle e o capitalismo sem “força de atrito”? Já se deixou levar pelo canto do cisne da onda do Microsoftianismo (alguns dirão ser a flauta doce do Flautista Mágico!)? Deixo aqui um diagnóstico para gestores, administradores e executivos da área sobre o que fazer a curto prazo, para não ser atropelado pelo Admirável Novo Mundo Corporativo, essa enorme onda que se agiganta à nossa frente:
- Você perde seu tempo escondendo gastos financeiros dos seus funcionários? Ou você os ensina a analisá-los e agir a partir deles?
- Qual sua pedra angular de sua Inteligência corporativa? Sua organização tem uma Intelligência corporativa, não?
- Você tem fomentado a cultura da excelência empresarial a partir da excelência individual? Se sua resposta for sim, é em benefício do seu cliente?
- Você tem números confiáveis sobre seus negócios? Você pode ter acesso a eles no momento em que você quiser, da forma que você desejar e de acordo com as especificações do momento?
- Você mantém atualizada a página da sua empresa na webnews?
- Sua organização tem grupos de trabalho e pesquisas específicos para o seu serviço?
- Em sua tomada de decisão você se concentra na análise ou nas estruturas de dados? Você e seus funcionários sabem usar as tabelas dinâmicas do Excel?
- Como homens do século XXI, devemos passar da fase do “diálogo” com o cliente e ir logo para a fase do “fórum de debates”.

Lembre-se: a inovação de processos é a fonte fundamental da vantagem competitiva.

Beijos no coração de todos!
E um feliz aniversário para Carlinha Hadad! Parabéns, Carlinha!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

É isso, então pessoal! Minha família havia me aconselhado a não colocar posts sobre crenças pessoais, mas é como sou! Paciência!
Amanhã falarei sobre o fascinante mundo corporativo.
bjs a todos!
ISRAEL E A AMAZÔNIA

Nunca lhe pareceu estranho que, todas as noites, os principais noticiários do planeta falem sempre de duas regiões do mundo, não importa o que mais aconteça? Já se passou alguma semana sem que essas duas regiões (um punhado de terra no Oriente Médio e uma densa floresta sul-americana) não ocupassem as manchetes do mundo? Por que esta focalização, este interesse obcessivo sobre ambas as regiões?
Enquanto escrevia o post de ontem, fui questionado sobre o motivo de ter colocado no meu primeiro post que as únicas regras para aceitar ou recusar as postagens seriam de natureza espiritual (respeito à D’s) e ética (respeito ao próximo). “Ora”, argumentou uma amiga, “se essas duas regras fossem tão boas assim, então porque Ele não deixou somente esses dois mandamentos, aplicando-os em cada situação particular?”. Minha amiga, assim como muitos, chegara a errônea conclusão de que podemos saber todas as consequências de nossas ações. Você pode olhar para o futuro para saber cada consequência de suas decisões? Cuidado com sua resposta! Poucas coisas na vida acontecem da maneira como nós esperamos. É a famosa lei de Murphy. É claro, alguma coisa sempre pode dar errado.
A verdade é de que, na melhor das hipóteses, aqueles que dependem apenas de seu julgamento individual para determinar o que é certo e o que é errado (como o caso da minha amiga pouco religiosa) acabam decidindo pelo melhor CHUTE (Cálculo Hipotético Universal Técnico e Estimativo. Sorry, people, não pude resistir!) baseado nos dados conhecidos e na gama de resultado antecipados possíveis. Na pior das hipóteses, ignoram as consequências óbvias de seus atos, dizendo a si mesmos que tudo vai se resolver usando um pouco de força, plutônio ou um avião sequestrado, apenas para que eles possam fazer o que queriam fazer desde o princípio. Em algum lugar entre a melhor hipótese e a pior hipótese estão as decisões que, apesar de nossas intenções, têm seus julgamentos tolhidos por nossos próprios interesses.
O que me leva ao assunto do dia: desde que foi recriado, em 1948, o estado judeu vive uma guerra sem trégua pela sua sobrevivência. Já foram travadas cerca de quatro guerras totais com seus vizinhos árabes, e em todas elas, Israel emergiu como vitorioso. Não é segredo nenhum para qualquer pessoa que tenha algum conhecimento teórico militar que Israel sempre contou com quatro vantagens estratégias básicas:
a) Capacidade Superior de Inteligência;
b) Soldados e oficiais mais bem treinados e motivados;
c) Uma competentíssima força aérea, profissional e de primeiro nível;
d) Falta de confiança e desorganização dos aliados árabes em suas linhas de comando;
Apesar dessa aparente vantagem militar, Israel tem sido sistematicamente acuado e pilhado, com seus cidadãos sendo martirizados, vítimas de uma tragédia multi-milenar. Então como Israel continua a existir, apesar do ódio de seus inimigos? Como, tantos impérios grandiosos sufocaram na poeira da história, enquanto que o pequeno e pouco numeroso povo judeu sobreviveu ao longo de tantos gulags, progroms, inquisição, kristallnacht e holocausto?
A resposta é realmente simples.
Mas, aonde quero chegar? Bem, digo que o Brasil deve assumir sua parte de responsabilidade por ter servido de abrigo para imigrantes europeus, açorianos, marroquinos e até africanos, que vieram para essas bandas em busca de uma nova terra prometida. Em 1812, o primeiro grupo de Sefaradins (judeus de ascendência ibérica) instalou-se na Amazônia. Eram os cristãos-novos, convertidos contra a vontade ao cristianismo para fugir da Inquisição de Portugal. Novamente, onde quero chegar? Ora, o que eu quero dizer é que os povos unidos da Amazônia, que ultimamente tem sido assunto de temas internacionais, deveria fazer uma aliança estratégica com o Estado Judeu, que também tem sido assunto de temas internacionais. A aliança nos daria visibilidade internacional: de um dia para o outro, seríamos ouvidos! De uma hora para outra, será possível enfrentar quem quer que seja que se interponha aos interesses amazônidas, fazê-los baixar os olhos e falar em linguagem clara, enquanto que, nos assuntos internos (caso nossos governantes se unam em uma unidade coesa) será possível forçar os atores políticos (governo, partidos do parlamento e oposição) a agirem com mais responsabilidade e coerência.
De um momento para o outro, os interesses da pequena Nação Judaica e da grande Amazônia Internacional se encontrarão, pois o mundo inteiro depende do que vai se fazer nesses dois pontos focais!
Precisamos pensar juntos: NO FUTURO, ISRAEL E A AMAZÕNIA ESTARÃO IRREMEDIAVELMENTE UNIDOS!
Fugindo de expurgos episódicos, nossos amados irmãos de fé constituíram o núcleo humano e cultural de nossa região. Acredito que chegou a hora de saldar essa dívida; Chegou a hora de ajudarmos Israel a viver em paz. Unidos por sua fé e seu ódio a Israel, as nações vizinhas têm-se armado para enfrentá-lo. Sessenta e cinco por cento do petróleo do mundo vem deles, que não descansarão até Israel ser riscado do mapa. Os amazônidas, por sua vez, têm suas costas voltadas para a parede e são impedidos de desenvolver plenamente seu potencial por uma confluência de teses ecológicas e antropológicas, geradoras de pressão internacional, forjando a imagem de “Patrimônio da Humanidade”. Influenciados pelo bla´-blá-blá dos eco-chatos, já existem ianomamis estudando na Holanda, prontos para retornar com um canudo debaixo do braço, proclamando-se Presidente, Rei ou representantes de uma republiqueta qualquer, independente e fronteiriça com a Venezuela ou Bolívia. Quando isso acontecer, a ONU, OEA e outros organismos internacionais logo a reconhecerão (essa região é onde se localiza as maiores reservas de Nióbio do mundo! Coincidência, não?), e caberá aos brasileiros, de todas as regiões, apenas dançar a valsa intimidante dos tambores da guerra . . .
Já disseram que as guerras das próximas décadas serão travadas por causa da água, que será tão cara quanto é o petróleo hoje. Os políticos (e os de lá também!) vêem o mundo como um jogo de soma zero. Negam-se a compreender (e cabe a nós essa tarefa) que, não importa quão fortes sejamos individualmente, somos todos mais fortes quando trabalhamos juntos. A guerra – toda guerra – não é inevitável. Mas suas consequências são.
Amazônia, pulmão do mundo. Israel, relógio de D’s. Parece que o palco e os atores estão prontos para encenarem seu drama final, na qual Israel e a Amazônia serão figuras-chave.
É por isto que defendo uma política de aliança estratégica com Israel. Pessoalmente, pratico uma política de tolerância total e apoio incondicional à nação. Vejo na recriação do estado judeu um sinal divino de que o Dia da Redenção está próximo. Sinto em meu coração a urgência de apoiar Israel enquanto se aguarda o momento do Encontro Derradeiro com o D’us que é Amor Infinito.
Lembrem-se que as leis de D’s são o padrão estabelecido pelo único que sabe tudo – passado, presente e futuro; o infinito, o insondável e o impossível.
Felizmente, não temos que confiar no nosso conhecimento limitado das situações para tomar uma decisão! D’s disse pessoalmente aos homens: “Venham! Vamos pensar juntos” (Isaías 1:18). Ele não nos quer aceitando cegamente o que alguém nos diz, Ele quer que consideremos as evidências, que usemos nossa mente, assim como nosso coração (Mateus 22:37).
O que seu coração lhe diz?

terça-feira, 10 de junho de 2008

Amanhã postarei sobre Israel!
Beijos a todos!
DEMOEX, DEMOCRACIA LÍQUIDA E DEMOCRACIA DIGITAL NO SÉCULO XXI

A moderna tecnologia digital construiu incontáveis redes digitais computadorizadas que já podiam viabilizar, hoje, o voto direto, diário e interativo. Quero dizer, qualquer cidadão poderia votar, através da rede TCP/IP. Todavia, ainda que seja relativamente fácil colocar os mais longínqüos pontos do planeta em conexão permanente com a internet, é preciso que haja um grande investimento de capital para que isso ocorra. O acesso à internet está disseminado em locais como instituições de ensino, repartições públicas, companhias privadas, agências de notícias e bibliotecas, porém são relativamente poucos os cidadãos com acesso caseiro (14,1 milhões em março/2003, contra 126 milhões de eleitores em outubro/2006), em se tratando de Brasil. Uma maneira hábil para contornar esta situação seria a utilização de redes digitais já existentes e mais abrangentes, como por exemplo as lotéricas (atualmente, no Brasil, é possível enviar diversos tipos de informação ao aparato governamental via lotéricas, como a declaração de isenção do imposto de renda). Outra alternativa viável seria o voto por celular.
Como todas as outras formas de votação, estas também têm um ponto fraco: autenticação. Para tornar possível o sonho da tele-votação ou do e-voto (ou seria vot@ção?), precisamos torná-los seguros o suficiente para que nossos políticos (em se tratando de Brasil, seria mais sensato deixar a decisão a cargo do Supremo, não acham?) não olhem de esgueira para eles, com um olhar de desconfiança e com medo de perder seus nacos de poder.
Mas . . . espere um pouco: como é feita a autenticação de voto aqui no Brasil? Ora, dirão os entendidos, é feita por meio da assinatura! Sem dúvida, um método falho, pouco sofisticado e sujeito a . . . falsificação! Não importa que digam que a assinatura é presencial ou que os eleitores reunidos diminuem o risco disso acontecer, a grande falha no atual sistema é a falta de uma leitura biométrica que autentique que quem está votando é mesmo a pessoa que está com o nome no título eleitoral! Por que então não vemos nossos políticos olharem de esgueira para o método, aquele mesmo olhar de desconfiança e medo que têm quando se fala em voto digital?
A resposta é realmente muito simples: cultura digital. É a medida em que as pessoas que usam tecnologia (no caso a internet) atingem uma massa crítica forte o suficiente para mudar a sociedade e, por tabela, as estruturas do poder. Foi assim com a eletricidade foi assim com a televisão, foi assim com os celulares e será assim com a web.
Aí chegamos no meu assunto favorito: demoex.
Mas afinal, o que é isso? Reproduzo aqui o que coloquei em uma comunidade que criei especialmente para o tema:
“Demoex é uma experiência em democracia direta eletrônica, com votações pela internet, criada por um grupo de professores e alunos, online, que criaram um movimento, sem ideologia, plataforma ou sede física, que tinha somente uma promessa: a democracia direta. Raciocinemos: o número de decisões democráticas multiplicado pelo número de votantes. Na capital do menor e mais isolado estado da federação, em Macapá (for exemple), cerca de 200 mil eleitores votam nas eleições municipais a cada 2 anos e cerca de 20 pessoas votam – em nosso nome – umas 100 vezes/ano sobre diversos temas, alheios ao conhecimento da maioria. Em conjunto isso representa 90000 votos/ano. Suponhamos agora que, com o uso do demoex, apenas (!)50 temas sejam votados num ano, e que apenas (!)10% da população se interessasse e participasse deles. Então teríamos 1000000 votos/ano, uma quantidade mais de 11 vezes maior!Iniciativas similares estão borbulhando em todos os lugares do mundo, nos mais distantes rincões! No Amapá não poderia ser diferente!Mais em Demoex Homepage: http://demoex.net/en/
Bom é isso! Na Suécia, esse projetojá desenvolveu a tecnologia de computação, e o software para votações através da internet, que está em operação experimental na cidade de Vallentuna, um subúrbio de Estocolmo. Também é usada pelo The World Parliament Experiment. Os primeiros anos das atividades do Demoex foram avaliados pela Universidade Mitthögskolan, em um ensaio sob o título de Flexible representation by use of delegated voting - a case study of practical use, elaborado por Karin Ottesen, 2003. Na Itália já opera o projeto Listapartecipata, que tem como seu lema "O controle do governo nas mãos do Povo (e não somente no dia das eleições)", e cujos princípios são muito similares ao do demoex.
Qual a ideologia do grupo? A ideologia do grupo é não ter ideologia. Em outras palavras, embora os seguidores do demoex não assumam nenhuma posição política, todos defendem a idéia de ampliar a democracia nas sociedades, sob o argumento que a atual tecnologia já superou a política e de que, pode ser colocada em prática através de um construto intelectual chamado Democracia Líquida (apenas para lembrar: na DL, as votações são para mandadto específico em determinada questão). Isso suscita grandes perguntas: Qual a “profundidade” da nossa democracia? Isso seria o sonho de Karl Popper, de uma sociedade aberta? Comos seríam os sistemas de votações? Seríam complexos, haveria muita estaística e estimação e menos propaganda? Mais conteúdo? E como os partidos tradicionais recebriam um projeto desse? De braços abertos ou com alguma resistência?
O fato é que já há iniciativas similares no mundo, nos mais distantes rincões. E nem é tão caro como se parece: para políticos comprometidos com a causa, bastaría criar uma página de acompanhamento no orkut e saber, através de enquetes feitas antes das votações, o que seu eleitorado pensa a respeito.
Já temos os mecanismos. Falta apenas a Vontade.
Nas próximas semanas estarei me aprofundando no assunto com vocês.

Beijos no coração de todos!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Resolvi colocar três sites que acho interessantes aqui:

espada.eti.br (conteúdo espiritual)
midiasemmascara.org (conteúdo político)
kibeloco.globolog.com.br (conteúdo cômico)

Assim que puderem, seria interessante darem uma conferida e me mandarem comentários sobre o que vocês acharam, tá?
bjs!
COMO SE DEVE AVALIAR AS RELIGIÕES?
Não tenho a pretensão de fazer um tratado filosófico, histórico ou teológico sobre religiões (na verdade, não chegarei sequer remotamente perto disso). Além do que, já foram escritos milhares de livros e ensaios assim. O que precisamos para obter uma compreensão melhor sobre as religiões não é conhecimento acadêmico ou iluminação espiritual. Essas são as funções de um teólogo profissional ou um clérigo. E eu não sou nem uma coisa nem outra.
Mas é exatamente o que preciso para alcançar meu propósito.
Então o que tenciono fazer é pegar ensinamentos bem conhecidos e extrair implicações empolgantes para podermos raciocinar juntos. Vamos lá:
O princípio de causa e efeito deve se aplicar às religiões? Quero dizer, a religião influi na conduta, personalidade e caráter da pessoa que a professa? Se sua resposta for sim, então que efeito tem a sua religião sobre você e sobre sua vida?
Com toda certeza, depois de um tempo razoável meditando sobre a questão, você chegará a seguinte questão: por que tantas pessoas, ao longo da história e de infindáveis guerras, matam e são mortas em nome da religião? E certamente, se você já chegou alguma vez a essa pergunta, chegou a conclusão de que as religiões são a causa de todas as guerras e matanças que já ocorreram na história. Não é mesmo?
Ledo engano.
A religião não é a causa de todas as guerras. Mas é uma desculpa convincente para os homens fazerem o que queriam fazer desde o início, desde sempre.
Nosso fracasso como humanidade reflete o fracasso das religiões em sua vã tentativa de se alcançar a D’us. E o fracasso das religiões em vir em sua própria defesa deixou a porta aberta para as massas saírem. Para muitos, a religião se tornou nada mais do que um legado social, algo para marcar os pontos altos da sua vida: nascimento, casamento, morte. Muitos acabam desistindo de sua busca pelo D’us Verdadeiro que é Amor Infinito.
Se nos dispusermos a examinar o assunto objetivamente, em vez de nos desviarmos por idéias preconce[bidas]ituosas, veremos que qualquer objeção pode ser vencida de maneira razoável. As respostas existem, basta que estejamos dispostos a procurá-las.
THINK ABOUT IT!
(Mateus 7:7)
Um abraço e um grande beijo no coração de todos!